Muitos de vocês já devem ter visto o filme, mas eu não. Li o livro e só posso dizer que às 6 da manhã, hora que acabei-o, estava a ligar ao meu ex-namorado lavada em lágrimas. É um livro que trata uma história de paixão fortíssima, mas que não irá acabar com o final desejado.
Quando estava a ler este livro, não queria acreditar com o desenrolar da história.
John e Savannah apaixonam-se numa noite de lua cheia. Um amor jovem, mas sincero. Mas, as longas separações devido à carreira militar de John, levam Savannah a tomar uma decisão que irá mudar as suas vidas para sempre...escrever uma carta. Mas, apesar da amargura que john sente naquele momento, ele irá mostrar o que se chama amor verdadeiro.
Um livro não com um final esperado, mas também feliz.
Um dos meus livros favoritos...Relata a história de um belo homem que acaba na unidade de queimados após um acidente, transformando-se num monstro. Mas, Marianne Engel, entra na sua vida e revela que foram amantes à séculos. Este livro faz o leitor acreditar no amor, em milagres e na redenção.
Ultimamente rendi-me às compras de roupa e acessórios em segunda mão pelo hi5. Aconselho :) mas sempre com cuidado e com referencias da pessoa, pois podem-se sair mal :S bjinhos**
Amei este livro...Trata, do que muito acontece na realidade, quando estamos ligados ao passado e não conseguimos ser felizes devido a essa ligação.
O que me agrada nos livros de Sparks é que ele não escreve histórias com finais felizes, ele limita-se a escrever histórias que podiam muito bem acontecer na "vida real", e no qual umas vezes acabam bem outras mal.
Adorei este livro...muito mesmo...Como viram pela minha lista, eu já muitos livros sobre vampiros, mas este livro trata de demónios, anjos, e anjos da guarda...Aconcelho**
Este livro consiste numa emocionante testemunho verídico, em que todas as pessoas de todas idades deviam ler...Assim, perceberiamos a sorte que temos de viver na sociedade que vivemos e teremos noção de como certas sociedades vivem em plena crueldade.
Para mim, este livro, foi especialmente difícil de ler. Mas gostei muito... Trata de uma história de obcesseção sobre o melhor perfume de todos os tempos, onde o protagonista acaba por o conseguir através das mais bonitas e puras jovens que encontra. Mas esse perfume vai consistir no seu fim, pois todo o povo vai querer possuí-lo.
Acabei hoje de ler este livro, e adorei, como adoro quase de todos os seus livros :)
Este livro trata de um psicopata chamado Richard,nome falso, pois seu nome verdadeiro é Robert, e persegue Julie, pensando-se apaixonado por esta...
Richard já com um passado criminoso, pois matou o pai, a mãe e a sua esposa, tenta matar de novo Andrea, pois descobriu a verdade sobre ele, Mike, namorado de Julie, e o cão desta, acabando mesmo por conseguir.
No final, tudo acaba com o final feliz x'D
Este livro consegue chegar à mente pertubrada de um psicopata.
Nestes dias estou muito desiludida com as pessoas:( Não percebo como as pessoas nos podem enganar tão facilmente. Como não se importam com os sentimentos das pessoas. Principalmente, quando as pessoas são da sua própria família.
Título: Finalmente juntos! Autor: Pinkii Trailer: Um amor delicado, uma paixão avassaladora Género: Romance Personagens: Alexia; Bill; Giselda; Tom;
Entrei na suite de hotel com Bill, Tom e Giselda. O Tom e a Gi andavam a curtir e eu, pessoalmente, achava que ficavam muito bem juntos. Gi era uma linda loira de olhos cinzentos, com 1,78m e as curvas todas no sítio. Tinha inveja dela às vezes. Não que eu fosse feia ou gorda. Mas perto dela, todas nós nos sentíamos um pouco assim. Por sua vez, Bill não gostava de os ver juntos. Dizia que gostava demasiado dela para a ver a sofrer nas mãos do irmão. Tom e Gi sentaram-se no sofá da sala da suite e em segundos já estavam aos beijos. Bill olhou para mim e revirou os olhos. -Não estás cansado Tom?-perguntou ele. Este interrompeu o beijo.-Estou. Mas arranja-se sempre energia-piscou o olho ao irmão. -Eu trato dele-disse Gi enquanto olhava o gémeo de Bill de alto a baixo. -Oh por favor!- disse Bill revirando os olhos novamente.-Al, vens ou ficas? -Vou!Vou-e acompanhei-o ao nosso quarto. Ele trancou a porta. -Estou morto!-disse Bill atirando-se para a cama. -Também eu- atirei-me para o seu lado. Fechei os olhos por uns momentos e quando os reabri, Bill olhava-me fixamente. -Que foi?Não olhes!-bati-lhe no peito.-Estou feia! -Nunca estás feia-disse ele simplesmente. Levantou-se e foi para a casa-de-banho. Eu tirei as calças e a t shirt e vesti uma t shirt larga que usava para pijama. Quando ele chegou ao quarto já eu estava dentro da cama. -Al?-chamou-me. -Sim? Deitou-se a meu lado e abraçou-me. Estava só de boxers. -Posso-te dizer uma coisa?-perguntou. -Diz. -Gosto muito de ti. Sorri. -Também gosto muito de ti. Ele colocou o rosto no meu pescoço. Virei-me. -Bill, que estás a fazer?-perguntei. -Al, eu…esquece.Vamos dormr. -Diz!-exigi. -Eu não quero dizer. -Porquê? -Por…Porque podemos perder o que temos-disse ele. Não estava a perceber nada. -O quê? -Eu amo-te Alexia! Fechei os olhos. -Diz de novo-pedi. -Eu amo-te!Eu amo-te!Eu sei que não posso te dar tudo devido ao que faço. Mas… Virei-me para ele. -Diz. -Mas…Eu amo-te!E queria uma oportunidade para te fazer feliz. Passei a mão pelo seu belo rosto. -Não imaginas o quanto eu esperei por ouvir isto-disse eu. -Mas, não estás chateada comigo? -Achas tonto? Eu amo-te. Amo-te mais que tudo na vida! Beijei seus lábios. -A sério?-perguntou ele. -A sério. As nossas lágrimas corriam em simultâneos pelos nossos rostos. Beijámo-nos novamente. Ao fundo a música suave tocava. Um amor delicado, uma paixão avassaladora era demonstrada. Podia –se tentar segurar-nos, mas acabávamos segurando em abraços fortes. Ao fundo a música se tornou urgente. A nossa vida se resumia aquilo. Nada mais importava. Só sentir essas emoções jorrarem e se dissolverem junto com qualquer pensamento. Caídos no chão olhando para o tecto, cansados mas nem um pouco arrependidos, ao fundo a música ficava calma novamente e faz-nos adormecer.
Título: A resposta Autor: Pinkii Trailer: Aguardado em vida, recebido na morte. Género: Drama/Romance Personagens: Yasmine; Tom;
-Achas que alguma vez vais amar-me?-fiz-lhe de novo a pergunta. A pergunta. A pergunta que inúmeras vezes fiz enquanto estávamos juntos, mas que nunca obtive resposta. Continuava a ser a amiga. A amiga especial que o amava e que ele procurava quando se sentia em baixo. Sempre foi assim. E nunca iria mudar. E agora, eu deitada nua sobre o seu corpo nu, exaustos de uma noite intensa, esperava pela sua resposta novamente. Ele riu-se e beijou-me os lábios. -És uma sonhadora. Yasmine, o amor não existe. Deitei a cabeça no seu peito e suspirei.
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Hoje era o dia do Comet e os Tokio Hotel,de qual o Tom era guitarrista, estavam nomeados como “Melhor Banda”. Por isso, o Tom tinha –me convidado a acompanhá-los como sempre fazia. A tarde e o principio da noite correram como esperado. Ganharam o prémio e foram para a festa.
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Já a noite ia longa quando o Tom me convidou para dançar. Aceitei, claro. Era o nosso momento especial. Só existíamos os dois, pelo menos para mim. -Estás linda - sussurrou-me ele. -Gostas? -Muito-beijou-me. Quando separou seus lábios dos meus, olhei para trás dele. E fiquei sem reacção. Estava um homem com uma arma direccionada para as suas costas. Não consegui dizer nada. Não consegui avisá-lo. Virei o Tom bruscamente, trocando de lugar com ele. -Mas o que é que…-um disparo interrompeu-o. Tirou as mãos das minhas costas e ambos contemplamo-las. Tinham sangue. O meu sangue. Sem os braços dele a amparar-me, desfaleci. Mas ele segurou-me. Ia morrer? -Tenho medo-confessei eu. Neste momento já estava muita gente à nossa volta. Mas via tudo desfocado. Rostos desconhecidos. Só havia um rosto que eu via nitidamente. O único que queria ver. -Não tenhas, princesa-disse-me ele. – Eu estou aqui. Ele chorava. -Não dói-disse eu tentando acalmá-lo.-Só tenho frio. Ele tirou o seu casaco e colocou-o sobre mim. -Não fales-beijou – me a testa. -Tenho medo-disse novamente. Tinham começado as dores. -Tambem eu-disse ele.-Yasmine? Também já o via desfocado. Beijou-me os lábios suavemente. -A resposta à tua pergunta é que sempre te amei-disse ele. Senti que agora chorava mais. A minha resposta. Passei a ver tudo escuro. -Nunca te irei esquecer. Estarás sempre no meu coração. Beijou-me. Deixei de sentir.
Título: Bem-vinda Morte! Autor: Pinkii Trailer: Um amor roubado em vida, mas reencontrado na morte. Género: Drama/Romance Personagens: Heidi Bill Imma Tom
“Para ser bom só me faltou ser amado.” Fechei o livro. Como o compreendia. Será que amado por segundos contava? Há três meses toda a minha vida mudou. Era uma jovem alegre de 21 anos. Com toda a felicidade da vida à minha espera. Mais, que, três segundos apenas, destruiu tudo o que tinha de bom e que poderia vir a ter. E, hoje, aqui sentada sobre a janela, olhando por um vidro salpicado pelo choro do céu, lembro-me daquele dia, como faço todos os dias à três meses.
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Imma estava ao telemóvel como Tom, seu namorado. Quando cheguei, despediu-se dele e desligou. -Sabes com quem vou sair? -Não é difícil adivinhar-respondi. -Oh-riu-se.- Com o Tom. E o Bill. Bill. Só o nome dele me fez tremer o corpo todo. -Estás bem?-perguntou Imma. Bill. O homem que eu amo profundamente à vários anos e que me afastei pois ele só me via como sua melhor amiga. Ou assim, pensava eu. -Estou. -Então vais à festa comigo. -Não.Tenho muito trabalho-menti. -Por favor-fez-me os olhos de cachorro abandonado. -Não Imma! -Por favor. -Ai. Não sei como me convenceu. Mas a certa altura estava a sair de casa de braço dado a ela. Chegámos à festa rapidamente. Era a festa da Santa Padroeira do Bairro, por isso o recinto estava completamente lotado. Estávamos a dirigir para a barraquinha dos shots quando Imma vê Tom. Os dois se envolvem num beijo apaixonado que me fez desviar o olhar. E vejo Bill. Encostado à barraquinha. Tinha umas calças de ganga justas, e uma camisa aos quadrados vermelha e preta. Usava um colar ao pescoço e a sua crista perfeitamente penteada para trás. Neste instante, ele olha na minha direcção. Entreolhámo-nos durante uns segundos até que ele vem para onde estou. -Olá-disse. -Olá. -Desapareces-te. -Estive ocupada. Sorri-me. Um sorriso triste. Um sorriso que significava que sabia que eu estava a mentir. -Podemos falar?-perguntou. Olhei em volta à procura de algo que me fizesse dizer que não. Imma e Tom ainda estavam envoltos no seu abraço apaixonado. Suspirei. -Sim. -Vem comigo-disse ele. E assim fiz. A culpa foi toda minha do que viria a acontecer. Se não tivesse ido com ele, ele não se encontraria naquele local naquele momento. Mas já lá vamos. Fomos para trás dos carrinhos de choque. Um campo baldio. -Diz-me a verdade-pediu ele. -Que verdade? -Porquê é que fugis-te de mim? -Não fu… -Por favor-interrompeu-me. Sua voz mostrava exaustão e seus olhos brilhavam. -Eu…afastei-me…com medo. -Medo? -Medo.Eu…Ai Bill, não quero ter esta conversa!-gritei. Ele olhou-me. Olhou-me como nunca me tinha olhado antes. Seus olhos trespassaram os meus. Sua mão fina e gélida agarrou meu rosto. E enterrou seus lábios nos meus. Foi um beijo urgente. Tanto da sua parte como da minha. E no meio daquela ânsia de mais, ouvimos um grupo a passar por nós e ele afastou-se. -Olha Olha-disse um deles.-É o Bill Kaulitz!-estava bêbado. -Que queres?-perguntou Bill. -O teu gémeo atrelado deixou-te sozinho? Riram-se todos. Como se tivesse alguma piada o que ele tinha dito. Bill estava de punhos fechados. -Ora, que linda menina tens aí. Para maricas até andas bem acompanhado-disse o gajo, vindo na minha direcção, mas Bill colocou-se à sua frente. -Não te atrevas!-ameaçou ele. O gajo riu-se alto. -Que fazes? -Não te atrevas-repetiu Bill. Esse avançou. Bill empurrou-o. E em segundos Bill estava a cair ao chão a sangrar e os gajo todos a fugirem. O gajo tinha-o esfaqueado! Gritei e caí de joelhos a seu lado. -Bill!-Não…Fica comigo!Eu amo-te!Sempre te amei!Por isso me afastei!Nõ suportava ter-te só como amigo. -Heidi-pousou a sua mão sobre a minha.- Também sempre te amei. Começou a tossir. Eu não tinha telemóvel e estávamos sozinhos. Podia gritar, mas com o barulho da festa, ninguém me iria ouvir. -Amor-tossiu mais.Sangue.-Vou morrer como sonhei. A teu lado. -Não é justo!-gritei.-Eu preciso de ti! -Levar-te-ei no coração e pensamento. Beijei-lhe os lábios. Quando olhei para ele, o último sopro da sua vida já o tinha abandonado. Encostei-me a ele e chorei. Chorei como nunca tinha chorado antes. Chorei como agora choro todos os dias. Minhas lágrimas juntaram –se com o seu sangue. Até ser de manhã e a Imma e o Tom nos encontrarem.
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É com esta memória que vivo desde aí. Pude dar um único beijo à pessoa que mais amei na vida. Tantos anos a sonhar tê-lo, e depois quando o tive, roubaram-mo! Porquê? Passava os dedos sobre uma fria lâmina. Queria estar com ele mais uma vez. Enterrei a lâmina na minha barriga. Caí. Ensanguentei o vidro com a minha mão. Deixei de ver as coisas claramente. Frio.Frio.Frio. Dor. Mas já ia passar. Já ia estar nos braços dele novamente. Vi-a um túnel branco e uma silhueta no fundo.Era ele! Desculpem as pessoas que se preocupavam comigo. Não resisti. Agora estava finalmente bem. O Bill esperava-me.Corri para ele!
Título: Verdade sobre o luar Autor: Pinkii Trailer: Às vezes uma grande amizade transforma-se em amor eterno. Género: Romance Personagens:
Bill- vocalista da banda alemã Tokio Hotel. Naida-Melhor amiga de Bill.
Encontrava-me de novo sentado sobre o parapeito da janela à espera que Naida acabasse de jantar e fosse para a janela do seu quarto, como sempre fazíamos, desde os cinco anos de idade. Um dia colocámos dois copos de plástico em cada janela para falarmos um com o outro mais facilmente. Tinha saudades da sua companhia. Estava farto das falsidades do meu mundo. Sempre que estava em digressão, o meu coração apertava de saudades de casa, de poder fugir para perto dela e colocar a minha cabeça sobre o seu colo e ela sussurrar-me que estava tudo bem enquanto me fazia festinhas. Ouvi a janela do outro lado da rua a abrir-se. Ela apareceu entre os cortinados. Era tão bela. O seu cabelo longo negro brilhava ao luar, tanto como os seus olhos grandes azuis. Vestia o seu vestido rosa com coelhinhos de pijama favorito. Tinha sido eu a oferecer-lhe quando ela fez 17 anos. -Estava louca de saudades tuas!-disse ela na sua voz alegre. Que saudades! A dor no meu peito emanou. Eu andava tão estranho ultimamente. Eu sabia a razão. Mas tinha medo. -Olá bonequinha!-saudei-a.-Como estás? -Bem. Saltei pela janela e fui na sua direcção. Sorriu-me. Dei-lhe a mão. -Vem passear comigo-pedi-lhe. Ela acenou com a cabeça enquanto me largava a mão e entrava pelo quarto para trancar a porta. Ajudei-a a saltar pela sua janela. Quando a segurei pela sua fina cintura, senti algo estranho dentro de mim. Estranho e completamente novo para mim a percorrer-me o corpo todo. Dei-lhe a mão a caminhar para um rio perto de nossas casas. Um dos sítios em que eu fugia quando era gozado na escola ou quando assistia a discussões em casa. E onde, ela sempre me encontrava. -Como correu a digressão?-sua voz interrompeu-me os pensamentos. -Correu…Bem. -Bem?Não pareceu pela tua voz. -Tive saudades. -De casa? Não.Tuas. -Sim. -Os anos passam mas tu nunca te habituarás a estar longe de casa. Chegámos. Sentámo-nos na areia. -Porque estás a olhar assim para mim?-perguntou ela. Nem tinha reparado que a olhava. Virei-me para ela e dei-lhe as mãos. -Naida, não sei como te dizer isto, mas terá de ser, senão explodo. Seus olhos precorriam os meus olhos e o meu rosto à procura de algo que lhe desse uma pista do que se tratava. -Nesta última digressão eu percebi os meus sentimentos…-parei.Olhei seus olhos.-Por ti. Ela moveu-se. Segurei-lhe firmemente as mãos. -Por favor deixa-me acabar. Desde pequeninos sempre tives-te ao meu lado. Passei contigo todos os momentos importantes da minha existência. E quero continuar a passar, para sempre! Sonho deitar-me ao teu lado todos as noites. Sentir teu corpo contra o meu. Sentir o calor do teu corpo ao acordar todas as manhãs. E mais tarde enchermos a casa de filhos. Ter imensas discussões contigo durante a vida. Mas no final seres a última pessoa que os meus olhos vêem antes de se fecharem. Vi uma lágrima a escorrer-lhe pelo rosto e mais a ameaçarem sair. Percebi que também chorava. -Diz alguma coisa-pedi-lhe. Ela esfregou os olhos e aproximou-se de mim. Fechei os olhos e percorri o espaço que faltava entre nós. Os nossos lábios cruzaram-se. Ficámos ali durante muito tempo. Não sei precisar quanto. Mas isso também não importa. Estávamos a exteriorizar sentimentos que estavam acumulados durante anos. -Não tens medo?-perguntou-me ela. -Tenho. -Eu também-disse-me enquanto contemplava a lua. Levantou-se e tirou o vestido. Engoli em seco. Encontrava-se à minha frente só em cuecas sobre a luz do luar. A sua pele brilhava. Ela era divina. Já não era a primeira vez que a via nua. Mas agora era diferente. Tudo tinha mudado. Levantei-me e tirei as minhas roupas. Dei-lhe a mão e caminhámos para a água. -Amo-te, minha deusa!-disse eu. Naida é a Deusa das Águas. -Amo-te eternamente!-respondeu-me.
**** -Espero aqui um pouco!-disse a minha mãe. -Vais onde?-perguntei eu. Uma criança de 8 anos. -Ali ao café da outra rua-disse ela a cambalear.Estava bêbada.Como sempre. Dizia que era por causa do meu pai. Que "o sacana" a tinha abandonado quando eu nasci. -Está bem. Sentei-me no passeio e vi-a a ir a cambalear até ao fim da rua. Fiquei ali sentada durante muito tempo, não sei bem quanto, a chorar, à espera dela. Mas no fundo sabia a verdade. No dia seguinte, já me doía o corpo de estar ali sentada no passeio, quando um homem parou à minha frente: -Estás bem? -Não-disse eu. E levou-me ao café para comer e depois à polícia.
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-Dificuldades da vida-respodi-lhe finalmente. -Como assim? -Desculpa, mas é algo que não queria falar. -Desculpa.-olhou para o relógio.-Sais a que horas? -Já passou da minha hora. -Então eu levo-te a casa. -Não!...Obrigado. -Calma-disse ele. - Não te levo a casa. Diz - me um sítio perto e eu deixo-te lá-olhou para mim.-Não te faço mal. Olhei para os seus olhos. Estava a dizer a verdade. -Não sei.-disse eu. Sorriu-me. -Espero - te nas traseiras-disse isto, deixou 50€ na mesa e saiu. Entrei nos bastidores. Troquei a saia pelas calças de ganga velhas e o top pela t shirt larga e casaco velho mas quente. Tirei a maquilhagem e apanhei o cabelo num rabo-de-cavalo. Saí para a rua. -Estás diferente-disse ele.-Mas ainda mais bonita. Corei. -Obrigado. Abriu-me a porta para o carro mais espantoso que alguma tinha visto à minha frente!Era lindo. O David e a Silvy tinham razão. Ele deveria ser riquissimo. Entrei no carro. -Fico contente por confiares em mim-disse ele. -Não confio. -Fazes bem.Não sou de confiança-sorriu-me. Ri-me. Fizemos o caminho até à rua por detrás do meu apartamento em silêncio. Mas pela primeira vez na vida, o silêncio não foi constragedor. Senti-me bem. Simplesmente, senti-me bem. Parou e saí do carro. Ele também. -Obrigado. -De nada-pôs-se à minha frente.- Não são horas de andares sózinha.O namorado não te vai buscar? -Não tenho. -Ah.Interessante-sorriu-me.-encostou-se a mim e colocou os seus lábios sobre os meus. Muito suavemente e afastou-se.-Boa noite. Ele entrou no carro e foi-se embora.
Entrei pelas traseiras, vesti-me e maquilhei-me como é hábito. Estava à espera que a Anne e o Jack acabassem o seu show conjunto quando a Silvy me chamou. -Sim?-perguntei eu.Já não se encontrava sóbria. -O David disse-me que tens um ricaço babado por ti. -Ricaço? -Sim.Até já te manda flores! -Primeiro, não está babado por mim. Segundo, não te metas na minha vida!Eu também não me meto na tua.-disse eu. -Não tenho a tua sorte.-disse ela. Virei costas e entrei no palco. Deparei-me com ele mais o amigo de cabelo comprido numa mesa do canto. Levantou o copo na minha direcção. Encostei-me ao odioso varão. Dei o meu show, recebi as gorjetas e saí para os bastidores. Seus olhos não largaram os meus olhos durante aquele tempo todo. David entrou atrás de mim. -Veste-te!Chamaram-te! -Para quê? -Para que achas? E saiu. Vesti uma saia preta curta e um top com lantejoulas prateadas. Retoquei a maquilhagem. E fui até ao balcão onde o David se encontrava. Ele colocou o braço à volta da minha cintura e encaminhou-me para a mesa do canto.A mesa do Tom. Sorriu-me. -Olá!-saudou-me.-Senta-te. Sentei-me. -Danças muito bem.- disse o amigo. -Obrigado. -O Georg vai ter com a namorada daqui a pouco tempo.-disse tom. -Ah. -Gostas-te da flôr?-perguntou. "Claro que sim!É a minha flôr favorita!", pensei eu. -Sim-encolhi os ombros.-Era bonita. -Ainda bem.Ontem tive uns problemas com o meu irmão.Não pude vir. -Mas ele está bem? -Sim.-encolheu os ombros.- Coisas de gémeos. Gémeos.Por isso eram tão parecidos. Iguais até. Apesar do estilo de cada um. -Meninos, vou ter de ir-anunciou o Georg levantando-se.-Prazer em conhecer-te, Luna. E tu puto, falamos amanhã-saiu. -Finalmente a sós-disse Tom. Sorri-lhe. -Queres beber algo?-perguntou. -Uma água-sabia que devia ter pedido algo mais caro.Eram as normas. Mas queria estar sóbria para esta conversa. Pediu a água a uma das empregadas do bar, que foi demasiado simpática para ele. Mas ele nem notou. Se notou, era um excelente actor. -Que idade tens?-perguntou. -23. -Eu tenho 20.-disse ele. Sorri-lhe. Chegou a minha água. -Precisa de mais alguma coisa?-perguntou a empregada quase em cima do seu cólo. -Não, obrigado.- disse ele. Revirei os olhos. -O que foi?-perguntou. -A empregada. Não podia ser mais descarada. -Reparas-te?-riu-se.-É sempre assim onde estou perto.Já nem ligo. -Muito convencido. Riu-se de novo.- Verás que é verdade no futuro. -Futuro? Desviou o olhar. -Posso-te fazer uma pergunta?-perguntou ele. -Depende. -És muito inteligente, bonita, sipática, etc.Porquê este emprego? Caí nos meus pensamentos.
estive afastada durante um tempo mas voltei...fui para a santa terrinha xD e depois fui com o grupo de jovens para o Algarve xD foi excelente!! estou super cansada, mas foi muito fixe! Apesar de ter faltado ali uma pessoa especial:( mas pronto..ja voltei e nos proximos dias vou postar mais capitulos do right here waiting for you XD bjinhos
Cheguei a casa, tomei banho e meti-me na cama. Acordei por volta do meio-dia. Vesti uma t shirt larga e uns jeans e recomecei a pintar a cómoda do quarto. Tinh-a encontrado o mês passado no lixo e trouxe-a para casa. Restaurei-a e pintei-a de branco. Estando desde então a desenhar flores roxas e lilazes por toda a cómoda para combinar com os cortinados e a colcha . Acabei por volta das três da tarde. Troquei de roupa e saí para casa dos Träumn. Quando lá cheguei ouvi a familiar "boas-vindas": -Luna?És tu? - do Senhor Träumn. -Sou-respondi. Lavei a loiça do almoço, lavei o chão da sala e encerei-o. Dei-lhes o lanche e saí. Cheguei a casa e comecei a fazer a lista das coisas necessárias para arranjar os armários da cozinha. Apertei algumas dobradiças que não estavam partidas. Jantei uma sandes e saí para o bar.
Passei a odiar o concurso dos "ídolos". Estive lá ontem das 7 da manhã às 23horas com a Sara. Não passou. E todos os CROMOS passaram. É mesmo para ter audiências. Apanhei uma insolação!! A parte boa disto é que conheci muitas pessoas fixes: a mónica, a adriana, a margarida, a tânia e o ivo.
Capítulo 4: Entrei em casa, num apartamento. A sala era o hall de entrada.Com uma televisão velha colocada sore uma mesa redonda e um sofá velho ( dado pela vizinha) à sua frente. Coloquei o casaco no bengaleiro e fui para a cozinha. Cozinha com os armários a precisarem de uma renovação e de uma pintura nova. Com electrodomesticos velhos e um microondas novo que comprei o mês passado. Tirei as gorjetas do bolso de trás das calças e coloquei no balcão da cozinha. Abri o frigorifico e tirei um hamburguer no pão pré-feito e coloquei-o no microondas. Enquanto esperava, coloquei as gorjetas no mealheiro das poupanças. Apitou. Comi e fui para o quarto. Só composto por uma cama de ferro grande e branca e uma cómoda. Peguei no pijama e fui para a casa-de-anho. Também estava a precisar de ser pintada e de trocar os azulejos. Tirei as roupas para o chão e entrei no chuveiro. Adorava a sensação da água a escorrer pelo meu corpo. Perdi noção do tempo. Vesti o pijama, sequei o cabelo e coloquei as roupas do chão no cesto de roupa suja. Fui para o quarto e deitei-me. Pensei nele. Tom. Fiquei a pensar nele até adormecer.
Estava aqui a pensar nestes meses e decidi escrever este texto para todos vocês. No passado Março, dirigi-me à igreja para conhecer as minhas futuras catequistas. Nesse dia, a Carla pediu - me para entrar e conhecer os meus futuros colegas, mas eu estava tão envergonhada que não quis. Então, ela pediu - lhes para me cumprimentarem. E eles, em coro, disseram: olá Sara!..Achei um pouco patético.Mas simpáticos. O meu interesse naquela entrada para a catequese, era somente fazer o crisma.Mas na semana seguinte, desta vez foi a ana que me recebeu, e ao meu irmão, pois consegui convencê-lo a vir também, para não ir sózinha.Esta, com a ajuda do grupo, explicou-nos todo o trabalho que eles faziam para a comunidade. Algumas coisas não entendi, mas calei-me. Logo comecei a integrar - me no grupo e a ajudar em tudo o que podia e no que as catequistas nos propunham a fazer. Muito graças a eles, que me receberam com um sorriso no rosto e não com uma cara tipo: O que esta está aqui a fazer?, pois era o que eu estava à espera. Mas cedo me supreenderam. A alguns dias de fazer o tão desejado Crisma, as minhas catequistas pediram-me para escrever um texto sobre "Os meus 10 anos de catequese" e nesse momento percebi o que ganhei todos estes anos e especialmente estes ultimos meses. É algo que não se consegue descrever por palavras, pelo menos eu não consigo. Um dos momentos que me marcou mais foi quando eu, a Inês e outra Senhora (que não me lembro o nome) fomos a casa de uma velhinha (eu gosto da palavra velha) surda, esta não me conhecia de lado nenhum, mas naquele momento abriu - nos a porta de sua casa ( um autêntico jardim, se entrassem lá, perceberiam), e deu-me a mão à entrada da casa e à saída. E não a largava. Aquilo comoveu-me imenso. O Crisma foi o culminar de todos estes meses. E podem ter a certeza, nunca me irei esquecer desse dia, pois foi um dos melhores dias da minha vida, apesar das dosres nos pés dos sapatos:P. A Ana e a Carla até puseram a chorar o meu pai nesse dia. Algo que eu nunca tinha assistido:O. E passado um mês e alguns dias do Crisma, aqui estamos todos juntos. Confesso que pensei que alguns nos iamos separar. Mas não, continuamos a ajudar em tudo o que nos propõem e a arranjar motivos só para estarmos juntos, como corridas de bicicletas ou jogos de futebol. E isto tudo porque SOMOS UM!!!!
- Como correu? - olhei para Silvy. - Bem...Acho eu. Olhou-me confusa. Tinha acabado a minha noite.Vesti as minhas velhas calças de ganga, o top de alças e coloquei as gorjetas da noite no bolso traseiro das calças. Peguei no meu casaco, vesti-o e saí pelas traseiras para a fria noite alemã. Quando saí deparei-me com um vulto negro grande e abafei um grito. Era ele. -DEsculpa.Não te queria assustar.-disse-me. -Que queres? -Saber o teu nome. -Para quê?- não queria, mas estava - me a assustar. -Por nada.Fiquei com curiosidade sobre ti. -Desculpa. Mas tenho de ir para casa - comecei a afastar-me. -Eu levo-te. Tenho ali o carro. Olhei-o. -Desculpa.Percebo-te.-disse ele. Ouvi um grito no fundo da rua. -Tom!- Era uma figura magra mas alta. -Já vou!-Gritou este. Chamava-se Tom. -Tenho que ir.Vemo-nos depois.E ainda quero saber o teu nome.O meu é Tom.Tom Kaulitz. Ficou à espera a olhar para mim.Como se fosse suposto eu conhecÊ-lo pelo nome. Por acaso, não me era estranho o nome. -Luna.-disse eu. -Tens um nome muito bonito.-disse ele. -Obrigada. -É verdade.Vá, boa noite.-e foi-se embora. Fiquei encostada à parede durante uns largos minutos. Até achar que era melhor ir-me embora, pois os clientes do bar deviam estar quase a sair. E era perigoso para qualquer mulher, principalmente para as bailarinas do bar.
Acabou finalmente as festas da Paroquia da Bobadela...Estou mesmo exausta...Foi uma semana inteira a deitar-me muito tarde e acordar cedo para coser carteiras, bolsas ou anchos...Mas até foi bom..Conseuimos bom dinheiro para ajudar as crianças de Africa e os vicentinos xD
Olaa..ontem passei a noite na banca da solidariedade, na festa da bobadela, para o jovens vincentinos [NOS]...mas foi muito chato-.-' porque era segunda, a festa estava às moscas e tinhamos uma barraca muito grande para so umas dez caixas [que a sara pintou e estavam muito giras],e uns livros religiosos:/...As pessoas passavam por nós e era: ah é livros! e iam-se embora--' era stressante..E os que não faziam isso, perguntavam se aquilo era rifas ou ficavam a olhar para a sara pintar e diziam que também pintavam [descobri que havia muito artistas neste mundo]-.-' Eu e o Madeira iamos adormecendo por várias vezes. Vendemos uma única caixa! Mas hoje, eu vou levar material de costura para fazermos ganchos e colares, etc;D para encher aquilo. E hoje, ainda eu, a Sara e o Madeira vamos à igreja tirar as coisas mais bonitas da fogaças da festa do Bairro para por la a vender. A equipa da Ana [nossa catequista] ganhou {EHHHHH!} loool passou para final x'D [NA FINAL ESTAMOS LÁ TODOS A APOIAR]
Capítulo 2: Estava a vestir - me quando o David, o meu patrão, entrou pelos bastidores. Parou a olhar - me. -Estives-te muito bem hoje. -Obrigado. -Chamaram-te para algo particular. -Não.-disse horrorizada.-Não!Sabes como odeio isso. -Não me interessa!Gostaram de ti.Tu vais fazer o teu trabalho! -Gostaram?-perguntei. -Sim. É um grupo grande. -Despedida de solteiro? -Não me parece.Despacha-te!Estão à tua espera. E saiu. Como odiava isto tudo! -Foste requesitada?-perguntou Silvy. -Parece que sim. -Tives - te sorte. Olhei para ela. Estava deitada a beber no sofá. Era um pouco mais velha que eu, mas parecia muito mais devido à bebida. Era demasiado magra, a sua cara fazia covas, tinha cabelo ruivo esticado e era demasiado branca. Não era bonita. Desconfiava que o David e ela tivessem o caso. -Pois.-disse-lhe por fim. Levantei-me e saí. Fui ter o David ao balcão. E pelo caminho ouvi mais elogios do que desejava. O David colocou - me o braço à volta da cintura (como sempre fazia) e levou - me para uma mesa do canto. Quando me aproximei, apertou - me o estômago. Era a mesa do estranho grupo. -Aqui está ela.-disse David. Todos olharam para mim, menos o rapaz das tranças. Acabou de escrever algo num papel, que não consegui perceber o quê, e deu ao rapaz ao seu lado. Aqui de perto percebi que tinham um rosto igual. Deviam ser irmãos. O rapaz da maquilhagem sorriu - lhe e o das tranças finalmente olhou para mim e sorriu - me. -Boa sorte, amos. - David beijou - me a bochecha e foi - se embora. Subi para cima da mesa. E comecei a dançar. Deixei-o colocar gorjetas que queria na minha lingerie. Tremia cada vez que o sentia a tocar-me na pele. Não sei se ele percebia, mas cada vez que o fazia, sorria-me. Quando acabei, encontrava-me a sua frente. David aproximou - me e entregou-me o ropão. Visti-o e peguei nas gorjetas sobre a mesa. Quando ia a pegar na lingerie, ele colocou a mão sobre a minha. Olhei para ele e ele para mim. -Deixa ficar isso, por favor.-pediu-me. Tinha uma voz rouca e profunda. Fiquei confusa. -Ok.-tirei a mão. Sorriu-me. -Tenham uma boa noite.-disse para o grupo a olhar para ele e saí atrapalhadamente.
Título:Right here waiting for you Autora:Pinkii Personagens: Luna: Personagem principal da fanfic.Tem 23 anos. Jovem muito bonita que a mãe abandonou na rua aos 8 anos. Após isto foi para uma associação de crianças abandonadas, mas com 18 anos teve de sair de lá, acabando num bar de strip. Tom: Jovem de 20 anos com um incrível sentido de humor e completamente perdido de bom. Super mulherengo. Antigo guitarrista da famosa banda Tokio Hotel. Bill: Jovem de 20 anos, gémeo de Tom. É simpático e um pouco mais introvertido que o irmão.Antigo vocalista da banda Tokio Hotel. Gustav: Jovem de 21 anos, um dos melhores amigos dos gémeos. É introvertido e super tímido. Antigo baterista da banda Tokio Hotel. Georg: Jovem de 23 anos, outro dos melhores amigos dos gémeos. É simpático, com bom humor e paciência. Antigo baixista da banda Tokio Hotel. Katherine: Jovem de 25 anos, incrívelmente bonita, namorada de Georg. Tanya: Uma das ex namoradas de Tom, melhor amiga de Bill e Gustav. Mantém uma paixão escondida por Tom à vários anos. Tem 19 anos e estuda geologia na universidade. David: Patrão de Luna. É dono de dois bares de strip.Extreamente ambicioso. Tem 42 anos e mantém um caso "secreto" com Silvy. Silvy: stripper.Tem um grave problema com a bebida. É demasiado interessada na vida dos outros e sonha que David case com ela e a retire da sua profissão. Jack: Stripper. Tem 22 anos e é gay. Anne: Stripper. Tem 23 anos.
Capítulo 1:
Encontrava - me nos bastidores a cinco minutos de subir para o palco para actuar. Olhei para o espelhopara verificar a maquihagem e coloquei as mãos nos seios para os levantar mais sobre o espartilho super apertado. - Despacha - te amor! A Silvy está a acabar! - ouvi uma voz. Super conhecida. O meu patrão. Olhei de novo para o espelho e pensei mais uma vez: quando isto acabará? Levantei - me e encaminhei - me para a porta dos bastidores. Silvy passa por mim: - Isto hoje está cheio. - anunciou. Sorri-lhe. Não me apetecia comentar. Eu não partilhava a sua felicidade por esse facto. Entrei no palco. Encaminhei-me para o meu companheiro de noite. Estava frio. Como todas as noites. Comecei a fazer o que era suposto fazer. Dancei.Tirei as minhas roupas lentamente. Tentava não olhar para a plateia, composto principalmente por homens. Ainda me faziam sentir nadda. Mesmo após estes cinco anos. Olhei para a porta. Vi um grupo super estranho a entrar. Composto por três rapazes e duas raparigas. Uma delas estava de mão dada a um rapaz com um porte forte e cabelo super liso comprido. Era bonito. E ela também o era. No grupo estava também um rapaz mais baixo que os outros dois, mais gordinho e loiro e o outro era alto, muito magro, com roupas que só deviam ser usadas por mulheres. Os olhos pintados olharam à volta, perguntando-se o que estava ali a fazer. Os seus olhos pararam na outra rapariga que os acompanhava. Era linda. Ela sorriu - lhe e ele abraçou - a. Deviam ser namorados. Faziam um bonito casal. Já se estavam a encaminhar para uma mesa ao canto, quando vislumbrei uma visão de outro mundo! Era lindo! E estava a ir na direcção do estranho grupo. Ele movia - se com toda a confiança do mundo. Os homens sempre me enjoaram, mas aquele não. Não conseguia afastar o olhar dele. Usava roupas largas escondendo o corpo lindo que devia ter. Tinha os ombros largos.Alto, moreno e com o cabelo em tranças pretas. Com um rosto que só devia ser permitido em deuses. Sentou-se ao lado do rapaz de olhos pintados e olhou para o palco onde eu continuava a dançar. Os nossos olhos cruzaram-se. Fiquei atrapalhada e acabei o meu show o mais depressa possível.Apanhei as gorjetas e saí para os bastidores. Deixando para trás o estranho grupo. Pensava eu.
Como és? (idade, tipo físico, etc...) Tenho 18 anos não sou gorda nem magra loool:O [isto depende dos dias-há dias que me acho gorda, outros não], tenho cabelo castanho ondulado, olhos castanhos, com piercings, e tenho estilo próprio ;D…
O que é uma mulher bonita? uma mulher que sabe tirar proveito do que tem e emana uma confiança contagiante
Quais são as 3 melhores coisas para comer? Pistachio, masssa, salada *_*
Quais são as 3 piores coisas para comer? carne de porco:/ coelho, borrego:////
O que te atrai num homem? o seu sentido de humor, tanta coisa :P loool! se tiver um corpo escultural, fico BABADAAAA :P LOOOL! :$ xD
O que te afasta de um homem? aqueles que são gabarolas , etc..
O que é o amor? isto é uma pergunta muito complicada!! é um sentimento tão complexo que é impossível descrever, não dá para ser objectiva!! lool :P
E a amizade? também é um sentimento complicado de descrever! :P naqueles livrinhos pequenininhos engraçados tem, de certeza, noções bastante interessantes de amor e amizade :P lool
Beleza é fundamental? Sim.
Gorda ou magra? Alta ou baixa? Alta, e nem magra nem gorda.
És romântica? sou :P lol!
Bebes, fumas ou drogas-te? Bebo, agua x’D não me drog—‘ e so fumo quando me apetece [pode ser um por semana, como pode ser um cigarro por dia, depende ;D]
3 blogues que adoras. Billkaulitz-thotel.de, union th, e street team
Blogues? ??
Praia ou campo? humm...nem um nem outro... :P prefiro cidade :P :P mas pronto, entre praia e campo, prefiro campo :P lol!
3 coisas que gostas de fazer. ouvir musica, ler, escrever